A partir desta terça-feira (01/09) estão abertas as inscrições para o Edital Natura Musical 2020. O edital que completa 15 anos de atuação com foco em impacto positivo no setor cultural passou por um profundo processo de reformulação – e inclusão – que envolveu uma série de profissionais do mercado da música.

“Em 2020, a plataforma Natura Musical passou por uma grande revisão de categorias, formatos e critérios para que siga relevante diante do cenário atual”, afirma Fernanda Paiva, Head of Global Cultural Branding.

“Além da criação artística, buscamos por propostas que promovam a inclusão e a representatividade em todo o seu âmbito, do artista a equipe técnica. Projetos que ampliam o impacto do setor cultural, por meio de capacitações profissionais, desenvolvimento de novos modelos de produção, distribuição e articulação”, completa


Edital Natura Musical 2020

As inscrições vão do dia 01/09 a 21/09.


Quem Participou do Processo de Revisão da Categorias do Edital?

Participaram Monique Evelle, empresária, idealizadora do Desabafo Social e sócia da SHARP; Lu Araújo, CEO da Lume Arte e idealizadora do MIMO Festival; Michelly Mury, coordenadora artística da Casa Natura Musical; Suyanne Keidel, diretora executiva da Casa Natura Musical; Juli Baldi, pesquisadora musical e diretora criativa do Bananas Music; Hernan Halak, diretor geral da produtora cultural Mundo Giras e idealizador do Festival MUCHO!;

Além de Ana Garcia, idealizadora do festival No Ar Coquetel Molotov; Carol Soares, co-criadora da plataforma de pesquisa e processos de aprendizagem ØCLB; Heloisa Aidar, empresária, sócia e diretora executiva da Altafonte Music Publishing; Lilian Fraiji, produtora cultural, ativista ambiental e co-fundadora do programa LABVERDE; Pena Schmidt, curador, produtor musical, idealizador da Lista das Listas e diretor artístico; Adriana Barbosa, empresária, idealizadora da Feira Preta e CEO da PretaHub.



Edital Natura Musical 2020

Para celebrar os 15 anos de edital, a Natura Musical anuncia investimento de R$ 8,5 milhões de reais para iniciativas de economia criativa, frutos da combinação de recursos próprios da marca com investimentos via leis de incentivo estaduais.

“A cultura tem um papel fundamental na construção de um mundo mais bonito, cada vez mais plural, inclusivo e sustentável. Em momentos de crise, a cultura é decisiva para enfrentar o caos, reconstruir o tecido social e ajudar a projetar o futuro.

Entendemos que o papel de uma plataforma longeva como Natura Musical é reforçar o seu compromisso com a cultura, continuar fomentando a produção artística e valorizar o impacto positivo que esse mercado produz na nossa sociedade”, explica Fernanda Paiva

A Divisão dos Recursos por Edital Local

O Edital Natura Musical receberá inscrições de projetos em âmbito nacional e terá seleções regionais na Bahia, com a Lei Faz Cultura; em Minas Gerais, com Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais; no Pará, com a Lei Semear; e no Rio Grande do Sul, com a LIC.

Ao todo, o Edital Natura Musical distribuirá R$ 8,5 milhões de reais, sendo R$ 1,5 milhão para a projetos de todo o Brasil; R$ 1 milhão para Minas Gerais; R$ 1 milhão para a Bahia; 1 milhão para o Pará ; e R$ 1 milhão para o Rio Grande do Sul. As doações aos fundos de cultura têm valor total de R$ 3 milhões, repartidos igualmente entre Minas Gerais, Bahia e Rio Grande do Sul.

As Novidades

Outra novidade é uma parceria desenvolvida entre Natura Musical e os fundos de cultura estaduais de Minas Gerais, da Bahia e do Rio Grande do Sul, que possibilita a doação de verbas incentivadas para ações de formação, capacitação e impacto cultural nas comunidades que estão inseridas.

O investimento, gerido pelas Secretárias de Cultura dos estados, será direcionado a projetos e iniciativas de âmbito regional, que muitas vezes encontram dificuldades de receber os benefícios provenientes das leis de incentivo.

Será a primeira vez que a Natura terá um investimento dedicado para toda a região Amazônica. Além de R$1 milhão disponibilizado para projetos do Pará, via lei Semear, pelo menos 20% da verba do Edital Nacional terá como prioridade as iniciativas da Amazônia, que é uma das causas defendidas pela marca.

As Novas Categorias

São quatro novas categorias: fomento de cenas e redes, inclusão, criação artística e inovação. Também houve uma revisão de critérios para deixar mais clara a perspectiva de inclusão e a representatividade em todos os âmbitos – gênero, orientação sexual, população negra e indígena e pessoas com deficiência.

Dentro das categorias criação artística e inovação serão estimulados novos formatos de interação entre artistas e público, seja no digital ou no presencial, com experimentação de novas redes e novos territórios, como ações e intercâmbios com a América Latina. A expansão para fora do Brasil também é inédita nos editais.

Fomento de cenas e redes:

Iniciativas que ampliam o impacto do setor e promovem formação de profissionais, por meio de capacitações, ações educativas, fomento e desenvolvimento da cena musical e cultural. Propostas que apresentem novos modelos de produção, distribuição e articulação da rede.

Inclusão:

Projetos artísticos que promovam a inclusão e a representatividade em todos os âmbitos – gênero, LGBTQI+, população negra e indígena e pessoas com deficiência.  Se enquadram nessa categoria

trabalhos de novos artistas, coletivos e grupos que representem pautas identitárias e que tenham origem em comunidades da região amazônica, novos centros urbanos, periferias e interiores.

Criação artística

Projetos artísticos com identidade própria, que reflitam temas, narrativas e, discursos contemporâneos, que projetem a cultura e a música e tenham poder de alavancar suas cenas regionalmente, nacionalmente e internacionalmente. Iniciativas que trabalhem a gestão de suas comunidades (relação artistas, mercado e fãs), com experiências digitais e presenciais. Nesse contexto se enquadram a produção de lançamentos de músicas e álbuns, shows e turnês, documentários, podcasts, clipes e novos canais de comunicação.

Inovação

Propostas que exploram novas linguagens artísticas, experimentação de novas ferramentas, intersecções entre a música e outras manifestações culturais, primando pela excelência criativa a partir da inovação e do uso de tecnologia acessível. Se enquadram nessa categoria laboratórios de inovação, novas tecnologias e plataformas de remuneração cultural e experiências imersivas.

As Propostas do Edital Natura Musical e As Inscrições

As propostas inscritas no edital podem ter diversos formatos como álbum, show, turnê e clipe, além de programas de formação, iniciativas de empreendedorismo cultural, circuitos culturais, laboratórios de inovação, experiências imersivas, pesquisas, séries de vídeos ou podcasts, documentários, mostras, residências artísticas, intercâmbios, oficinas, pontos culturais, casas de show e conferências.

Os projetos serão avaliados por uma rede de curadores formada por artistas, produtores, jornalistas e empresários do mercado musical. Os critérios utilizados para a seleção podem ser consultados no regulamento do edital. O anúncio dos selecionados será feito ainda em 2020.

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“Outra novidade desse ano é a criação de um conteúdo especial voltado para os proponentes e artistas veiculado nos canais proprietários de Natura Musical.

A programação, que se estende durante todo o processo de inscrição, trará lives e mentorias para sanar possíveis dúvidas e apoiar o mercado no desenvolvimento de projetos. Entendemos que Natura Musical tem um papel importante de influência e formação do mercado cultural e tornaremos essa prática uma frente perene”, diz Fernanda.

Entrevista: Fernanda Paiva (Head of Global Cultural Branding da Natura)


Fernanda Paiva Edital Natura Musical

Fernanda Paiva, Head of Global Cultural Branding da NaturaFoto: Divulgação


Pude ler em uma entrevista que independente deste momento difícil de pandemia, e para a cultura em um geral no país, este ano o Edital seria especial e que teve um planejamento especial em seu desenvolvimento.

Conte mais sobre os desdobramentos, comemorações e como os fatores externos fizeram com que fosse redobrada a atenção.

Fernanda Paiva: “Entendemos que o papel de uma plataforma longeva como Natura Musical é reforçar o seu compromisso com a cultura, continuar fomentando a produção artística e valorizar o impacto positivo que esse mercado produz na nossa sociedade. Neste ano, a plataforma Natura Musical comemora 15 anos de atividade. A melhor maneira de celebrar esse momento foi fazendo uma análise do caminho que nos levou até aqui e projetando como é o futuro que queremos: mais inclusivo, mais diverso, mais sustentável e, como consequência, muito mais bonito.

Para esse grande desafio, contamos com o olhar e a dedicação de profissionais incríveis que atuam no mercado da economia criativa. Participaram do processo um time de diferentes formações e trajetórias: Monique Evelle, empresária, idealizadora do Desabafo Social e sócia da SHARP; Lu Araújo, CEO da Lume Arte e idealizadora do MIMO Festival; Michelly Mury, coordenadora artística da Casa Natura Musical; Suyanne Keidel, diretora executiva da Casa Natura Musical; Juli Baldi, pesquisadora musical e diretora criativa do Bananas Music; Hernan Halak, diretor geral da produtora cultural Mundo Giras e idealizador do Festival MUCHO!; Ana Garcia, idealizadora do festival No Ar Coquetel Molotov; Carol Soares, co-criadora da plataforma de pesquisa e processos de aprendizagem ØCLB; Heloisa Aidar, empresária, sócia e diretora executiva da Altafonte Music Publishing; Lilian Fraiji, produtora cultural, ativista ambiental e co-fundadora do programa LABVERDE; Pena Schmidt, curador, produtor musical e diretor artístico; Adriana Barbosa, empresária, idealizadora da Feira Preta e CEO da PretaHub.

O olhar desses profissionais foi fundamental para nos ajudar na criação de novas categorias, de formatos e de critérios que guiarão o Edital Natura Musical 2020. As diretrizes consideram novas perspectivas sobre impacto e recuperação do ecossistema da música, critérios de inclusão, representatividade e acesso, além de relevância, inovação e novas linguagens artísticas. O principal objetivo do Edital é gerar impacto social, ambiental, econômico e cultural por meio dos projetos patrocinados pela plataforma Natura Musical.

Como observa o legado do Edital nos últimos anos e quais foram as mudanças de formato que teremos neste ano? Teremos projetos especiais além de discos, turnês e ações coletivas?

Recentemente tivemos até mesmo inscrições de projetos e conteúdo no Youtube e Podcasts, como foi a modernização nesse sentido do edital?

Fernanda Paiva: “O Natura Musical nasceu em 2005. O programa foi pensado como uma política pública da Natura para o fomento à música e a construção de legado para a cultura brasileira. Dessa forma foram criados os Editais, que são abertos e democráticos, como uma maneira de distribuir a verba incentivada com o uso das leis de incentivo à cultura, tanto federais quanto estaduais, com transparência. A época, procuramos desenvolver uma plataforma que, a longo prazo, fosse capaz de construir um sólido legado para a música brasileira.

O programa tem uma série de pilares, que estão conosco desde o começo, que marcam os critérios para a seleção dos projetos, como impacto social, relevância artística, inovação de linguagem, mobilização de público e capacitação.  A partir do Edital, fomos expandindo a plataforma Natura Musical para outras áreas da música com ações estruturantes como investimentos em comunicação, campanhas, redes sociais, patrocínios a festivais e, por fim, a inauguração da Casa Natura Musical. Ter um espaço dedicado aos artistas nacionais também é uma maneira de construir um legado para a plataforma e a cultura brasileira.  Em 2020, as mudanças já começam pela verba disponibilizada ao mercado da economia criativa através da plataforma Natura Musical: R$ 8,5 milhões de reais. Essa é a maior verba em 15 anos de atividade do programa. Parte do recurso será direcionado para os editais, com a seleção direta pela Natura e com o apoio da sua rede de curadores; parte do recurso será direcionado para os fundos de cultura estaduais (RS, MG e BA), que farão a seleção de projetos por meio dos seus editais e programas vigentes.

Está também será a primeira vez que a Natura terá um investimento dedicado para toda a região Amazônica. Além de R$ 1 milhão disponibilizado para projetos do Pará, via lei Semear, pelo menos 20% da verba do Edital Nacional terá como prioridade as iniciativas da Amazônia, que é uma das causas defendidas pela marca.

As grande novidades de formatos estão dentro das categorias criação artística e inovação, nas quais serão estimulados novos formatos de interação entre artistas e público, seja no digital ou no presencial, com experimentação de novas redes e novos territórios, como ações e intercâmbios com a América Latina.

Seguimos em busca de projetos que proponham inovações de comunicação e registro da cultura brasileira, como sites especializados, podcasts, programas online, projetos que proponham uma intersecção entre linguagens artísticas e negócios sociais.”

Devido a pandemia houveram muitos remanejamentos e adiamentos de projetos em execução? Como tem sido repensar a programação da Casa Natura neste momento onde shows presenciais ainda não são possíveis? Como têm visto este momento de maior presença digital para este projeto contínuo? Acredita que abriu mais possibilidades e conectou mais pessoas?

Fernanda Paiva: “Desde que a pandemia causada pelo novo coronavírus (COVID-19) atingiu o Brasil com força total, foi necessária, como medida para barrar o contágio, a paralisação de todos os nossos projetos e ações presenciais, tanto de Natura Musical quanto da Natura. A partir dessa suspensão, nossa atuação com os projetos patrocinados foi atuar na manutenção de todos os contratos com a possibilidade de flexibilização das entregas e cronogramas. O mesmo ocorreu com a Casa Natura Musical. Suspendemos a programação no dia 13 de março. A partir disso, entendemos rapidamente que precisávamos nos reinventar para continuar promovendo a música e fomentando o mercado da cultura, mesmo que em um novo formato.

Ainda no mês de março criamos o “Sala da Casa”, nossa primeira iniciativa digital, com uma série de shows intimistas no perfil do Instagram da Casa. Logo na sequência veio o “Afetos”, projeto semanal com conversas cheias de carinho entre importantes nomes da cultura, partindo de um assunto específico e se desdobrando sempre em boas histórias. Depois vieram as lives especiais em homenagem à Dona Ivone Lara, ao Dia Mundial do Meio Ambiente, ao Dia do Choro, e às semanas da África e da Língua Portuguesa; e mais recentemente, fechamos uma parceria com a Rádio CBN que já rendeu episódios sobre os discos recém-lançados de Illy (“Te Adorando Pelo Avesso”) e Mahmundi (“Mundo Novo”) e que já tem duas novas edições marcadas com Hamilton de Holanda lançando o álbum “Canto da Praya” e o rapper Rico Dalasam com o EP “Dolores Dala Guardião do Alívio”.

Estamos usando esse tempo para experimentar novos formatos e plataformas. Também lançamos uma série de vídeos desenvolvidos para o novo canal da Casa Natura Musical no Youtube: “Faixa a Faixa”, “Já Ouviu” e “Com a palavra”. Sendo esse último focado em produtores de conteúdo que fazem a diferença não só na música, mas também no audiovisual, artes plásticas, design e literatura. O resultado dessas ações, que já soma mais de 80 eventos digitais, é um público com altíssimo engajamento e alcance. Extrapolamos as barreiras que um palco físico impõe e a programação tem impactado públicos de todo o Brasil, além de países da América Latina e da Europa.

Seguindo todos os protocolos de segurança e as orientações de prevenção ao coronavírus (Covid-19), ainda teremos na Casa Natura Musical, nos dias 18, 19 e 20 de setembro, WME Conference RMX, com a transmissão ao vivo de talks, workshops, shows e masterclasses que geram debates sobre soluções urgentes para o presente e o futuro próximo no mercado musical sob perspectivas femininas.”

Neste ano alguns editais locais ainda poderão articular verbas para projetos sociais. Conte mais sobre como será isso e a necessidade de redobrar esforços em iniciativas comunitárias em um momento tão difícil. Pensam em expandir para outros estados ainda não contemplados o edital futuramente?

Fernanda Paiva: “Essa é outra inovação que trazemos para a plataforma Natura Musical em 2020 como uma maneira de ampliar nosso impacto, rever a nossa distribuição de verbas e fomentar projetos de impacto social positivo. A parceria desenvolvida entre Natura Musical e os fundos de cultura estaduais de Minas Gerais, da Bahia e do Rio Grande do Sul, viabiliza a doação de verbas incentivadas para ações de formação, capacitação e impacto cultural nas comunidades que estão inseridas. O investimento, gerido pelas Secretarias de Cultura dos estados, será direcionado a projetos e iniciativas de âmbito regional, que muitas vezes encontram dificuldades de receber os benefícios provenientes das leis de incentivo.

A atuação desses empreendedores culturais é importantíssima do ponto de vista de impacto social positivo, uma vez que atuam com a capacitação e formação profissional nas comunidades em que estão inseridos, movimentando o empreendedorismo cultural e a economia local. A seleção das iniciativas culturais e a distribuição de verbas dos fundos de cultura será feita por meio de editais próprios e programas culturais vigentes. Os detalhes sobre os processos de seleção estaduais serão divulgados em breve.”

Quais dicas daria para os artistas, bandas e produtores que pensam em inscrever projetos?

Fernanda Paiva: “A abertura do Edital Natura Musical 2020 acontece na terça-feira, dia 1 de setembro. O prazo se encerra no dia 21 de setembro, pontualmente às 17h. Para todos os casos, é importante que os candidatos apresentem proposta artísticas com identidade própria, refletindo temas, narrativas e discursos contemporâneos, com potencial de alavancar cenas regionais, nacionais e internacionais. Que preguem um discurso de cultura de paz e propaguem a não-violência, além de valorizar a diversidade e ter impacto social positivo. A escolha será realizada levando em conta critérios como relevância cultural e artística, capacidade de fomentar e desenvolver a cadeia produtiva da música, potencial de mobilização, representatividade, inclusão e inovação, além de articulação e impacto.

As propostas inscritas no edital podem ter diversos formatos como álbum, show, turnê e clipe, além de programas de formação, iniciativas de empreendedorismo cultural, circuitos culturais, laboratórios de inovação, experiências imersivas, pesquisas, séries de vídeos ou podcasts, documentários, mostras, residências artísticas, intercâmbios, oficinas, pontos culturais, casas de show e conferências.”

Neste ano houve a revisão dos formatos em busca da expansão de horizontes, conexões, discursos e validações em relação ao potencial transformador do edital. Ao mesmo tempo vivemos em um momento ímpar e com diversas discussões na esfera política reverberando…e muitas vezes deixando a cultura, e economia criativa, de lado mesmo sendo uma da principais riquezas e indústrias do país. Como vê o futuro da cultura em um período tão confuso, e às vezes até desanimador, da nossa democracia?

Fernanda Paiva: “Acreditamos que a cultura tem um papel fundamental na construção de um mundo mais bonito, cada vez mais plural, inclusivo e sustentável.

Em momentos de crise, como esse que estamos vivendo, a cultura é decisiva para enfrentar o caos, reconstruir o tecido social e ajudar a projetar o futuro. E, quando temos a ambição de tornar o mundo mais bonito, é necessário ter em perspectiva que esse é um processo de médio e longo prazo. Então, ao olhar a trajetória do Natura Musical, sabemos que estamos no caminho correto em busca de uma mudança efetiva.”

Serviço Edital Natura Musical 2020

Inscrições, regulamento e conteúdos especiais

Inscrições abertas: de 1/9 até 21/9 (até às 17h, pontualmente) pelo site.

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