O Acidental é o projeto de rock alternativo do músico Alexandre M (Parachamas) no dia 21/05 lançará seu álbum de estreia Objetos Arremessados Pela Janela via Hearts Bleed Blue. Uma forma de apresentar ao público um trabalho completo após seis anos de carreira solo, vale lembrar que eles já lançou anteriormente cinco EPs e uma compilação intitulada “Grandes Momentos”.

Para aquecer o músico catarinense preparou uma série de videoclipes, tendo disponibilizado uma delicado versão para “Mesmo Que Mude”, dos gaúchos da Bidê ou Balde, em fevereiro, a produção audiovisual inclusive entrou na nossa lista de Melhores Clipes Independentes | Fevereiro (2021) do Hits Perdidos.

“Eu pensei em fazer uma versão mais lenta, mais espacial, pra uma música que gosto e que tanto ouvi ao longo desses anos. A Bidê ou Balde sempre soube unir o indie rock à música brasileira e isso é justamente o que venho tentando fazer desde os primeiros lançamentos do Acidental.

Sempre me identifiquei muito com o estilo da banda e essa música, em especial, tem melodias de vozes lindas e uma letra que reflete um momento que muitos já passaram. É isso que eu procuro sempre em minhas músicas”, revelou o músico no momento do lançamento da versão.



Acidental “E Agora Eu Preciso”

Nesta segunda-feira (15) o Acidental revela a primeira faixa autoral do disco com direito a uma produção audiovisual gravada diretamente de um salão de festas na cidade de São Bernardo do Campo (SP).

“‘E Agora Eu Preciso’ apresenta e representa muito bem toda a essência do disco, tanto na direção musical quando no tema geral abordado nas letras. A música tem uma mensagem bem clara sobre como a vida é injusta com relação ao nosso tempo, nossas prioridades e sobre o que se leva no final.”, conta o compositor
A delicadeza da canção nos remete a serenidade indie do The Afghan Wigs e a escolha pelo p/b do clipe aprofunda ainda mais a mensagem densa sobre os rumos que tomamos ao longo da vida, das escolhas as renúncias.

A concepção do videoclipe

“Toda a ideia para o clipe veio do diretor Cleverson Cassanelli, desde a referência de cenas, luzes, fotografia, movimentos de câmera  e também de captação, já pensando em finalizar o vídeo em preto e branco.

O resultado final foi excelente, um videoclipe com pegada indie, com cenas lentas delicadas em um ambiente escuro, onde as luzes fazer o papel principal.”, revela Alexandre M.