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The Coathangers: A viagem pelo som riot girl mas sem esquecer do Le Tigre + White Lung


The Coathangers é uma banda de Atlanta (Georgia), Estados Unidos. Formada praticamente na brincadeira no ano de 2006, o grupo lançou seu quarto álbum ”Suck My Shirt’‘ no último dia 18 de março.

O nome do conjunto foi escolhido pela vulgaridade e a visão pró aborto que todas integrantes compartilham.

A história do começo da banda, já citada acima, ocorreu porque o pessoal do grupo The Hiss as convidou para tocar em uma festa de garagem como abertura. E parece que esse foi o empurrãozinho que as moças precisavam, desde então estão juntas.
Falei das meninas mas não as apresentei devidamente (falha deste editor):

Minnie Coathanger (Nascida como: Meredith Franco (baixo/vocais)
Crook Kid Coathanger (Nascida como: Julia Kugel (guitarra/vocais)
Rusty Coathanger (Nascida como: Stephanie Luke (bateria/vocais)

Sim, todas cantam e isso é um dos destaques e singularidades da banda.
O som das meninas viaja pelo som riot girl, desenvolvido na década de 80 com bandas lendárias como Bikini Kill e aperfeiçoado na década de 90. Porém não fica parado no tempo e claramente é sentida a influência de bandas como Le Tigre e eu até diria das contemporâneas (e em super evidência) Dum Dum Girls, X e de Minuteman.

Álbuns de estúdio (até agora):

The Coathangers (Suicide Squeeze Records, 2007)
Scramble (Suicide Squeeze Records, 2009)
Larceny & Old Lace (Suicide Squeeze Records, 2011)
Suck My Shirt (Suicide Squeeze Records, 2014)

Curiosidade: a ”Aunt Lisa” que participou do álbum do Mastodon “Once More ‘Round the Sun”, faz uma participação em uma das faixas do último disco das meninas.



Outra banda que vem me chamando bastante a atenção é a banda White Lung.

Direto de Vancouver (Canadá) a banda me conquistou na primeira ouvida no preview disponibilizado pela Pitchfork do álbum ”Deep Fantasy”, que foi lançado no último dia 17 (3 dias atrás) pela lendária gravadora indie, Domino(do Arctic Monkeys, Animal Collective entre outros).

O som das meninas é voraz, pertubador, agressivo, cheio de atitude e…catchy.
Te faz lembrar o chute na costela de Black Flag, bandas riot girls e nos faz prestar mais atenção na cena canadense de bandas que estão bombando como PUP.

As meninas em 2011 foram comtempladas no maior prêmio da música canadense, o CMA, que inclusive você já leu por aqui sobre a última edição.

Não vou ficar aqui apenas rasgando elogios e falando que é um dos melhores álbuns que ouvi em 2014 porque seria chover no molhado. Apenas, ESCUTEM!

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Não deixe de conferir também o clipe delas lançado no último mês.

This post was published on 20 de junho de 2014 2:16 pm

Rafael Chioccarello

Editor-Chefe e Fundador do Hits Perdidos.

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