Nasce mais um projeto que pretende dar o que falar dentro do campo da produção audiovisual brasileira. Com uma boa ideia e uma câmera mão, a produtora curitibana O Filme Produções inicia nesta segunda-feira a série OFilme Sessions.

A estreia acontece em Premiere no Hits Perdidos em um registro com o músico paranaense Marcelo Archetti. A ideia é simples mas sai do clichê do conforto de um estúdio de última geração com aquelas já conhecidas condições ideais para a gravação.

Faz mais do que isso e vai direto para onde o público está. Despertando desta forma a curiosidade, e de tabela, criando um elo. O projeto viajou o mundo e terá registros liberados aos poucos em lugares como Paraná, Lisboa e Paris.

O grande responsável pela saga é o produtor Raphael Moraes (que inclusive faz parte do OA, já ouviu?) e tem como princípio exatamente esta proposta: Unir artistas e suas músicas ao meio ao seu redor.

Quem abre a série é justamente Archetti e como cenário temos um restaurante moderno, colorido e com aquele astral um tanto quanto hipster e millennial. A faixa escolhida para a gravação foi justamente “Até a Noite Terminar”.

A Live Session



Entrevista

Conversamos com Marcelo Archetti e também com Raphael Moraes (Responsável pela Session) para entender mais sobre o conceito do projeto e saber mais sobre o momento da carreira.

[Hits Perdidos] Em que momento você está hoje na carreira e o que anda preparando? 

Marcelo: “Hoje me sinto no meu maior momento de transição entre ser reconhecido como intérprete e ser reconhecido como compositor. De alguns meses para cá, a carreira autoral começou a se solidificar e o público passou a acompanhar muito mais as minhas letras e as minhas mensagens pessoais do que unicamente a minha voz.

Nesse mês de junho haverá o lançamento de um disco autoral em inglês, com 5 músicas inéditas, sendo que estamos preparando algumas versões em voz e piano para usarmos como singles e aquecer o público. Além disso, neste próximo mês já entrarei em estúdio para começar as gravações do meu segundo disco em português!”

[Hits Perdidos] Esse tipo de sessão dialoga como com sua arte? E já que gravou num restaurante, só como brincadeira: que prato de comida seu som seria? 

Marcelo: “Totalmente. Eu acredito muito na pureza e na essência artísticas. Poder cantar uma letra que saiu do meu coração acompanhado apenas de um violão revela muito sobre o artista e sobre a pessoa por detrás da persona que todos nós criamos quando lidamos com a exposição. Acredito que essa sessão mostrou muito do que eu sou para as pessoas!

Apesar de desejar que minha música fosse um hambúrguer (meu fraco), acredito que ela está mais para batatas rústicas com páprica, queijo ralado e azeite trufado: elegante e cheio de detalhes, porém fácil de preparar!”


ARCHETTI

[Hits Perdidos] Como foi a escolha da locação?

Raphael: “O Tropicool é um espaço novo e muito legal em Curitiba. E que tanto eu quanto o Vinícius Braganhollo, parceiro do Nico’s Studio já havíamos frequentado. E o lugar já nos chamou a atenção desde o início. As luzes, as cores e a vibe já fazem tudo funcionar sozinho.

Uma das ideias do projeto é essa. Aproveitarmos o que as cidades, em especial Curitiba, nos oferece.”

[Hits Perdidos] Como as pessoas que estavam lá reagiram a iniciativa?

Raphael: “De forma muito carinhosa e receptiva. Estamos tendo sempre uma reação muito positiva das pessoas que passam pelos lugares. Olhares curiosos, celulares filmando e principalmente um calor humano com o projeto que é muito grande.

A música ao vivo, ainda mais quando surpreende quem está no lugar, é uma experiência que faz diferença na vida das pessoas. Estamos constatando que isso está mais forte do que nunca.”

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