[Premiere] Iconili funde a música eletrônica ao jazz no single “Sete Fluidos”

Há 11 anos juntos e sendo um dos grupos de música instrumental mais criativos do Brasil, a banda mineira Iconili, de Belo Horizonte, está prestes de lançar seu quarto álbum de estúdio.

Desta vez com uma série de novidades, visto que recentemente a formação ganhou a companhia de Josi Lopes nos vocais, a percussionista Chaya Vazquez e o baterista Fernando Feijão, o que trouxe uma nova identidade para o grupo.

Sendo assim na linha de frente eles contam atualmente com André Orandi (Teclado e Sax Alto), Chaya Vazquez (Percussão), Gustavo Cunha (Guitarra e Synth) , Henrique Staino (Sax Tenor e soprano), Josi Lopes (Voz), João Gabriel Machala (Trombone), Lucas Freitas (Sax Barítono e Clarone), Matas (Bateria), Rafa Nunes (Percussão), Rafael Mandacaru (Guitarra e Theremin) e Willian Rosa (Baixo).

O novo disco que será lançado em 2019 terá apoio da Natura Musical, visto que eles foram contemplados pelo edital em sua edição de 2017.


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Iconili. – Foto Por: Flávio Charchar

Como primeiro registro da nova formação – e servindo de aquecimento para os trabalhos do próximo ano – nesta sexta-feira (21) está sendo lançado o single “Sete Fluidos”.

Este que faz uma rica mistura entre jazz, rock progressivo e até mesmo a música eletrônica. Riqueza sonora que vem desde seus antigos trabalhos. Visto que em seu caldeirão eles já trouxeram ritmos como o afrobeat, a psicodelia, o rock brasileiro e as raízes africanas.

Neste som a voz de Josi entra como instrumento dentro do groove pulsante da canção que conta com um espírito “buena onda” e funde o moderno ao antigo.

Os sintetizadores também dão as caras, assim como a diversidade de melodias que o casamento entre voz e os sopros possibilitam.

O eletrônico vai de encontro com a batida dos terreiros, o soul flerta com o progressivo, a tradição mostra um Brasil moderno – e cheio de signos – e sua musicalidade tem a capacidade de te levar para um longo passeio.

Perfeccionista, durante seus 6 minutos a canção vai criando diferentes atmosferas, possibilidades, refúgios e narrativas. Permitindo assim que o ouvinte percorra sua própria trilha.



“A principal mudança no disco novo é a entrada da voz como instrumento, o que muda bastante o som. Tem sido bem especial a presença da Josi, não só como cantora, mas como pessoa e influência”, comenta Gustavo Cunha, um dos integrantes da banda.

O novo álbum foi gravado e mixado por Bruno Corrêa e masterizado por Kiko Klaus.

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