Diablo Angel: A fúria do Fuzz entre o céu e o inferno

Os anos 90 foram incríveis por mais que muitos as vezes se atentem as transformações e comparem com os dias de hoje no plano da moda e da tecnologia. A geração que hoje está despontando no campo das artes: nasceu ou cresceu naquela década.

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E muito disso veio da música e de como consumíamos a informação. Era o tempo de ouro da MTV, onde muitos profissionais se voltaram a trabalhar a imagem de uma forma em qual na década anterior alguma ou outra banda explorava: Os videoclipes.

O alicerce do canal que chegou no país na virada da década, era o recurso de passar os “music videos” o dia todo entre um programa voltado pro público jovem e outro. E as bandas realmente compraram a ideia e com ajuda das gravadoras que viram aquilo como uma excelente maneira de expor seu produto: começaram a investir pesado neste formato.

Não foi por acaso que tivemos toda uma direção de arte inovadora em clipes de grupos como Nirvana, Rancid, Soundgarden, Aerosmith, Green Day, The Smashing Pumpkins, Offspring, Hole, Stone Temple Pilots entre outros.

Cito essas bandas em específico para entendermos o que era aquele começo de década na música. A TV na época tinha um viés onde o rock alternativo pós estouro do Nirvana, era visto como commodity e todos queriam achar o próximo grupo que ia chacoalhar aquela geração.

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Uma das maiores fontes de informação e conteúdo era a TV, a internet era discada e ainda em desenvolvimento. Apenas no final da década começou a melhorar alguma coisa. É até difícil explicar para a nova geração que usávamos disquetes e CD’s para instalar provedores para assim termos uma velocidade razoável – leia-se ridícula – de banda larga. E claro, achávamos o máximo.

Mas algo talvez ignoramos nesse campo: era uma geração de comunicadores que tinham que se descabelar livro atrás de livro para procurar informações, entre trocar um disco no diskman ou robobinar uma fita VHS para devolver em alguma loja da Blockbuster no dia seguinte.

Ah, agradeçam os anos 90…pois sem eles vocês provavelmente ainda estariam jogando o Atari. Graças ao Ness (“Nintendinho), Mega Drive, PS1 e Nintendo 64 podemos hoje usufruir dessa tecnologia quase “real” em 3D.

O avanço no campo da animação, foi bastante significativo – não só nos clipes – nos desenhos animados. Sim, pessoal dificilmente teríamos Adventure Time hoje sem termos por exemplo aquela loucura de desenhos que víamos em canais como Nickelodeon e Cartoon Network.

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E é nesse clima de pura nostalgia que eu gostaria de apresentar a Diablo Angel. Nesse espírito de descontração, reunião de amigos, pipoca e MTV Music Awards. Afinal de contas a história deles podia ter acontecido tanto no começo dos anos 90, como em qualquer outra época posterior. Afinal de contas, o espírito jovem do rock, sempre se renova.

Diablo Angel (1)
Diablo Angel (da esquerda para direita): Tárcio Luna (Guitarra), Kira Aderne (Vocais e Guitarra) e Bruno “Kiss” Gomes (Bateria)

O grupo é composto por dois caras e uma garota, e para quem não quer ouvir barulho é melhor ir fazer outra coisa afinal de contas: temos 2 guitarras e uma bateria. Sim, é totalmente guitar band, a levada de som deles.

O peso é a marca no som do grupo que flerta com o som dos anos 70 aos 90’s, dos Stones ao Soundgarden passando por Hendrix e não esquecendo do Nirvana. Talvez esse seja o segredo do trio formado por Kira Aderne (Guitarra/Vocais), Tárcio Luna (Guitarra) e Bruno Kiss (Bateria).

Como uma guitar band com fogo na agulha, a Diablo Angel capricha nos riffs, abusa da microfonia, reverbs, delay e todos artifícios que aquela “escola” 90’s tem a nos oferecer. As melodias são bem trabalhadas e impressiona para quem descobre que é apenas o primeiro álbum lançado até então. É quase que como um respiro para aquela camisa de flanela que vira e mexe consegue ver a luz do dia. Como diria o Soundgarden:

“Black Hole Sun
Won’t You Come
And wash away the rain
Black Hole Sun
Won’t You Come (X3)”

Diablo Angel (4)

[Hits Perdidos] Quanto tempo estão juntos e como surgiu a banda?

“A Diablo Angel fez o seu primeiro ensaio em estúdio há exatos 2 anos, mas antes disso a gente vinha trabalhando em casa composições para o que viria a ser a Diablo Angel.

Quando a banda começou a ensaiar, a gente já tinha gravado em home studio muitas das músicas que formam o álbum Fuzzled Mind. Todavia, as demos gravadas em home studio foram todas gravadas com bateria sampleada. Em estúdio, convidados o nosso amigo baterista Bruno Kiss para tocar ao vivo um trabalho que nunca tinha saído das paredes de casa.”

O grupo nasceu em Recife, porém se divide entre a capital e Caruaru. Isso por conta de que Bruno Kiss vive na cidade e frequentemente se esforça para que a banda consiga ser um sonho viável. Mas para que isso fique mais claro eu resolvi perguntar.

[Hits Perdidos] A banda se divide entre Recife e Caruaru. Como isso funciona? Atrapalha no dia-a-dia?

Kira Aderne: “Isso torna a banda bem mais cara! Alguém tem que viajar só para conseguir fazer um ensaio. É um esforço grande de todo mundo, mas faz com que todo o grupo valorize ainda mais cada momento juntos.

Bruno Kiss mora em Caruaru, o resto da banda em Recife. Por outro lado, faz com a banda tenha vínculos tanto com a capital quando com o interior e isso ajuda a divulgar melhor nosso trabalho nas duas regiões. No fim, ajuda mais que atrapalha.”

Com os motores aquecidos é hora de ouvir o primeiro álbum do power trio: Fuzzled Mind (2016). Lançado a pouquíssimo tempo, o disco conta 11 canções que transbordam rock’n’roll e muito fuzz.


O disco já se inicia com “Come On here Now”, que como o título mesmo diz: é o pontapé inicial e te convida para adentrar o universo – empoeirado – dos anos 90. E já começa com o Fuzz engatilhado, com efeito de delay na voz e guitarras alá Garbage e Smashing Pumpkins. Imagino até uma discotecagem dela após algum som do Mudhoney para esquentar a pista de dança.

“Grow Older Girl” já mostra a paixão pelo grunge em seus acordes pesados alá Stone Temple Pilots, Alice In Chains e Soundgarden. Tem um tom de escuridão, instrospecção e é densa. Quando você percebe está em uma garagem velha de Seattle entre uma birita e outra enquanto aprecia o show da banda em meio a uma luz de uma lâmpada que pisca sem parar.

Gosto dos riffs de guitarra nas transições que dão um ar soturno. Já a letra parece contar sobre as transformações e aprendizados que temos ao longo da vida, estes que nos fazem mais fortes. Como falei mais cedo, eu até imagino um clipe da faixa, algo meio porão com imagens em p/b com fotografias sendo reveladas no melhor estilo old school. Vejo até espelhos dando aquele efeito de “quartinho” expandido. Todos claro, flanelados e largadões enquanto a plateia empunha uma cerveja e balança a cabeça.

Em seguida temos “Sick Of You”, música que conversa não só com os anos 90 mas com o que preparou o terreno para que ele fosse possível, o som dos anos 70 e 80. A canção consegue passar pelo terreno do rock’n’roll visceral dos anos 70 se colidindo com o Punk Rock e a New Wave.

Não é difícil notar um riff mais trabalhado, ao mesmo tempo que flerta com a doçura e rebeldia do Blondie e o faça você mesmo girl riot power de grupos como o L7 e The Muffs. Uma canção tão auto-confessional em sua letra como os pontapés que Joan Jett cansou de dar na cara dos marmanjos ~durante os anos 80~.

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A vocalista Kira sob as lentes de Anderson “Chino”

Puxando a veia setentista rock’n’roller temos “Chaos City” que me remete ao encontro de The Cramps com Joan Jett, Suzy Quatro e Motorhead. A diversidade na riqueza dos detalhes sem perder o gingado e a construção milimétrica te mostram um universo rico.

O reverb – efeito na voz – no backin vocal mostram que a brincadeira cria uma atmosfera ímpar. É nesse “defeito” colocado ali de propósito que conseguimos alcançar aquele anos 90 disruptivo que contou com incríveis intérpretes, como Billy Corgan (Smashing Pumpkins).

A canção parece te conduzir para mostrar a cidade sem pudor. Sem medo das imperfeições de seus becos. A metáfora da cidade encaixa bem para a vida, supere seus limites, saia da sua caixinha. Afinal de contas o mundo é tão grande para ficarmos na comodidade de nossa vida mundana. Abra os olhos e VIVA!

“Old Rag” é daquelas que te puxa pelo braço querendo te contar uma história. Daquelas conversas de quem você mal conhece no bar durante uma sinuca e entre um copo de cerveja e um cigarro oferecido, você desaba contando sobre tudo que passou até então.

A partir de um certo momento sua vida se torna um livro aberto, suas cicatrizes estão abertas e visíveis para quem se aproximar. Você está vulnerável mas quem disse que em algum momento não esteve? A vida é esse tapa na cara dia após dia e o maior desafio é manter os pés no chão e a cabeça erguida.

“Rebel” já começa como uma balada do Ramones. Comecei a ouvir e me lembrou direto “Poison Heart”, canção presente no disco Mondo Bizarro (1992) de nossos heróis. E talvez a canção vá por essa linha, mesmo.

A trajetória de um coração rebelde que vive tudo na maior intensidade, nessa gangorra de emoções que é a vida. Seja num romance como a canção transparece como em todas as escolhas e decisões que tomamos. É uma canção com uma vibe tão nova iorquina que algo ali me lembra um pouco como se a Patti Smith tivesse invadido o palco do CBGB durante uma apresentação dos Ramones.

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A banda divide suas atividades entre Recife e Caruaru. Algo que os ajuda em fazer um elo entre capital e interior.

“Fever” flerta tanto com o grunge como com o rock alternativo. Ambos pautaram a década de 90, e o lado do sentimento e acolhimento dos problemas da alma são intrínsecos a canção. O encontro entre a o peso do Alice In Chains com a inquietação introspectiva do Mellon Collie and the Infinite Sadness (1995) ou Siamese Dream (1993) do The Smashing Pumpkins.

“I Want You To Know” é um hit perdido que é segurado no punch das guitarras. Elas dançam em sincronia e a chiadeira ferve. É uma canção sobre a busca de alguém que o complete, que queira viver uma história intensamente e sem freios.

O jogo da sedução é colocado no páreo. É como por alguém na parede para ver “se vai ou racha”. Em tempos onde pouca gente quer compromisso, serve como protesto sonoro equalizando o tema entre uma distorção e outra.

“Party Hard” poderia ser trilha sonora de filmes de comédia do James Franco, quando por exemplo a garotada chega numa house-party e a confusão está armada. A partir daí já sabemos o roteiro: é gente se jogando na piscina, bebida para todo lado, pegação e polícia chegando para estragar a festa – após uma série de reclamações por parte dos vizinhos.

Diablo Angel (7)
O rock’n’roll dos anos 70, 80 e 90 são a base do som da Diablo Angel.

“Metal Box” poderia ser uma canção do Black Rebel Motorcycle Club ou do L7, ela é delicada, densa e uma balada rock’n’roll. A metáfora da comparação do coração com uma prisão de metal em forma de caixa, só mostra como é o amor em tempos de cólera. Tem uma levada lo-fi como o som do Guided By Voices e te surpreende pela forma com que é conduzida.

Para fechar o disquinho temos a derretida balada “This Is The End”, toda frágil e introspectiva. A música serve como um corte fade-out de uma câmera, e tem um tom de despedida iminente. Se o começo do disco te chama para a pista de dança…o fim se despede com certo grau de melancolia.

Diablo Fuzz

O disco te surpreende desde a capa. Ela tem uma levada dos filmes do Tarantino e se eu não tivesse escutado provavelmente acharia que se tratasse de uma banda de Stoner Rock. Você também fica impressionado com a qualidade da gravação e como sabem o que estão fazendo, quando colocar ou tirar uma guitarra daqui, quando descer a mão na bateria ou cadenciá-la.

Algumas bandas mais quadradas talvez sintam falta de um baixo, mas no som deles não faz falta, seria até uma pergunta interessante saber como fazem para segurar o som sem o recurso, porém eles tiram isso de letra. A viagem por três décadas criativas do rock tiram o pó da frente e transformam a nostalgia em algo novo e atemporal. Como mesmo disse lá em cima, a banda poderia ter surgido em 1991 ou em 2016 que para o ouvinte não faria nenhuma diferença.

Eles tem tocado em uma porção de festivais e de pouco em pouco tem cruzado as barreiras de Pernambuco para mostrar seu rock visceral e dançante em outros palcos. Estão com planos ambiciosos e dignos de quem procura seu lugar ao sol.

Sendo assim, conversamos um pouco para entender mais sobre a banda, o futuro e o disco que acaba de sair do forno, Fuzzled Mind (2016).

[Hits Perdidos] Os anos 90 principalmente o cenário do começo da década de bandas como Garbage, Hole, The Muffs, Nirvana, Pixies, Dinosaur Jr. e Breeders no som de vocês parece vir de choque com o rock 70’s da Joan Jett, Blondie e Suzy Quatro. Que bandas influenciaram o som de vocês e não saem da playlist?

Diablo Angel: “Quando fizemos as canções para o Fuzzled Mind estávamos escutando justamente bandas entre os anos 70 e os anos 90. Dos 70 vem Jimi Hendrix e Led Zeppelin, dos 90 The Smashing Pumpkins, Sonic Youth e Alice in Chains.

No dia a dia, escutamos muita coisa que não necessariamente influenciam no nosso som, pelo menos não conscientemente. Nesse momento na nossa playlist tem, além de algumas dessas que você citou, The Editors, Ghost, Motorhead, The Rolling Stones, Keith Richards, Elvis Presley, Iggy Pop, The Dandy Warhols, Wolf Alice, David Gilmour, Gary Cark Jr e muitas outras coisas. Bem eclético, não?”

[Hits Perdidos] O álbum de estreia, Fuzzled Mind, revela uma verdadeira obsessão com os pedais. Expliquem o porque disso?

Diablo Angel: “Na verdade não é tanto uma obsessão, mas faz parte do som da gente. Utilizamos principalmente como distorção o pedal big muff, que foi muito utilizado nessa geração anos 90, e acabamos por fazer um trocadilho no nome do álbum tentando já mostrar o caminho para nossa música. Trocamos o “P” da “Puzzled” (confuso), por “F” ficando “Fuzzled”, deixando o título como algo no sentido de ruidoso, inquieto.”

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Diablo Angel em ação. 

[Hits Perdidos] Vocês gravaram o disco no Lá em Casa Estúdio. Como foi a experiência?

Diablo Angel: “Foi uma experiência desafiadora, primeiro pelo fato de termos como produtor nosso amigo de longa data, Henrique Aragão, que é um especialista em som pesado, e também por sairmos da capital e gravarmos no interior, em Caruaru.

Se por um lado a distância dificultava um pouco, a experiência de Henrique deixava a banda bem à vontade. A gravação foi feita em formato digital, mas optamos por mixar em analógico, o que deu uma sonoridade mais anos 90 à gravação. No fim ficamos bastante satisfeitos com o resultado, pois representou bem aquele momento da banda.”

[Hits Perdidos] O álbum em suas letras parece ter uma narrativa um tanto emotiva em abrir o coração para falar dos sentimentos. Quais são as inspirações na hora de escrever?

Kira Aderne: “É sentir o que a melodia está te dizendo e colocar pra fora o que você está sentindo naquele momento. Uma música, uma letra, é o retrato de um momento. A inspiração é ser sincero com o que você está sentindo na hora de fazer a canção. Alegria, tristeza, raiva, amor…”

[Hits Perdidos] Como observam o cenário rock de Recife?

Diablo Angel: “Ultimamente temos observado bastante festivais independentes acontecendo em Recife, e o mais incrível é a quantidade de bandas diferentes que se revezam nesses eventos. Muitas bandas e artistas incríveis tocando semanalmente na cidade, isso talvez indique que uma nova cena independente bacana esteja surgindo.”

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A cena musical em Recife tem chamado a atenção Brasil afora pela diversidade e qualidade.

[Hits Perdidos] Quais álbuns mudaram a vida de vocês?

Bruno Kiss (Baterista): “No CODA do Led Zeppelin, descobri o peso do rock’n’roll e sua mistura com o blues. Já no disco do Rolling Stones, Tattoo You, pirei na batida certeira do Chalie Watts. No Nevermind do Nirvana, a agressividade e revolta de um novo tempo no rock.”

Kira Aderne: “Para mim tenho que dizer Mellon Collie and The Infinite Sadness do The Smashing Pumpkins, um álbum lendário cheio de distorções, harmonias e melodias. Um dos clássicos do Rock Alternativo e que marcou muito a minha vida. Meu álbum favorito até hoje. Outro lendário para mim é o Sticky Fingers, dos Rolling Stones. O meu favorito de toda a carreira dos Rolling Stones. Da primeira à ultima faixa, riffs e canções fantásticas.”

Tárcio Luna: “Dos álbuns que marcaram minha infância e que me levaram a curtir outras vertentes do rock and roll, lembro de ter destrinchado o The Wall do Pink Floyd, depois o Use Your Illusion do Guns N’Roses e em mais algum tempo, o Mellon Collie and The Inifinite Sadness do Smashing Pumpkins.”

[Hits Perdidos] Após o disco quais os planos? Temos algum videoclipe a caminho? Planejam excursionar pelo país?

Diablo Angel: “O plano a curto prazo é continuar a divulgação do álbum pela região e estados vizinhos. Nesse tempo tentaremos captar alguns recursos para mais à frente, quem sabe, mostrar nosso som pra turma do Sul/Sudeste.

Sobre o videoclipe, nós temos dois lyric videos no nosso canal do Youtube, um deles feito por Anderson Chino, com imagens de uma apresentação nossa em Belo Jardim, interior de Pernambuco. Mas estamos amadurecendo a ideia de um outro videoclipe, e também procurando um parceiro para essa história.

[Hits Perdidos] Quais bandas os leitores do Hits Perdidos precisam conhecer?

Diablo Angel: “O Black Rebel Motorcycle Club (BRMC), uma banda americana não tão conhecida, mas que tem um som destruidor. Riffs, melodias, belas canções, rock and roll no mais alto nível e que recentemente esteve em turnê pela América Latina. Outra indicação é a Pity Sex, banda também americana mas que passeia pelo rock alternativo, indie e shoegaze. Acabaram de lançar um álbum chamado White Hot Moon, vale a pena ir atrás!

Diablo Angel: Por fim o The Kills, banda que se divide entre os Estados Unidos e a Inglaterra, e que acabou de lançar trabalho novo. Todavia, já curtimos o The Kills há bastante tempo, o grupo até já se apresentou aqui em Recife.

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